Donald Trump, conhecido por sua postura que desconsidera regras, deve novamente quebrar o protocolo da Fifa ao subir ao palco para celebrar ao lado dos campeões da Copa do Mundo, evento que ocorrerá no dia 19 de julho, no estádio localizado entre Nova Jersey e Nova York. Informações de membros do governo dos Estados Unidos indicam que a questão foi debatida com Gianni Infantino, presidente da Fifa, que teria dado sua aprovação.
Esse não é um comportamento inédito para Trump. Na final do Mundial de Clubes do ano passado, ele entregou o troféu ao capitão do Chelsea, Reece James, e permaneceu no palco durante a comemoração, o que surpreendeu o jogador Cole Palmer, que foi flagrado pelas câmeras questionando a presença do presidente na festa do time inglês.
A Fifa permite que chefes de Estado em exercício toquem o troféu com as mãos desprotegidas, ao lado dos atletas vencedores. Contudo, a prática de permanecer no palco enquanto os jogadores levantam a taça é uma infração ao protocolo, que normalmente é reservado apenas para os atletas e a comissão técnica.
De acordo com informações, a Fifa pretende que Trump entregue o troféu diretamente ao capitão da seleção campeã e se mantenha no palco para as celebrações, com representantes do México e do Canadá também convidados. A decisão sobre permanecer durante o levantamento da taça fica a critério de Trump, mas fontes da Casa Branca afirmam que ele deve seguir o mesmo roteiro adotado anteriormente.
Até o momento, Trump não participou de nenhuma partida da Copa do Mundo. As cerimônias de abertura, realizadas na quinta e na sexta-feira, contaram com a presença do secretário de Estado Marco Rubio como representante oficial dos Estados Unidos. Há expectativas de que o presidente compareça a pelo menos alguns jogos antes da final.




