Na quarta-feira, 10 de maio, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, reafirmou seu apoio ao candidato de direita Abelardo de la Espriella, garantindo que a Colômbia receberá "todo o apoio e força" dos EUA, caso ele vença o segundo turno das eleições presidenciais. A eleição está agendada para 21 de junho, e Trump fez a declaração em sua plataforma Truth Social, destacando a importância dos resultados para o futuro do país.
Trump parabenizou De la Espriella pela vitória no primeiro turno, realizado em 31 de maio, onde o candidato obteve 44% dos votos, enquanto seu adversário, Iván Cepeda, recebeu 41%. O ex-presidente descreveu De la Espriella, que se autodenomina "O Tigre", como um "líder inteligente, forte e tenaz". Ele também alertou sobre o desafio que De la Espriella enfrentará contra Cepeda, a quem chamou de "marxista de esquerda radical".
Em sua mensagem, Trump enfatizou que, se De la Espriella for eleito, ele terá um papel crucial em impulsionar a economia colombiana, gerar empregos e combater a imigração ilegal, o crime e as drogas. A confiança do ex-presidente no candidato de direita sugere uma forte expectativa de que, sob sua liderança, a Colômbia poderá restaurar a ordem pública e promover o comércio.
Enquanto Trump se envolve ativamente na campanha, o cenário político na Colômbia também está marcado por controvérsias. Uma comissão da Câmara dos Representantes ordenou a suspensão temporária do presidente Gustavo Petro, alegando que ele teria participado indevidamente da campanha eleitoral, uma acusação que Petro negou em um discurso na ONU, em Nova York.
A disputa eleitoral se intensifica com De la Espriella buscando consolidar seu apoio, enquanto Cepeda tenta mobilizar seus eleitores. A eleição é vista como um momento decisivo para a Colômbia, com implicações significativas para as relações entre o país e os EUA, além do futuro político do país, que já enfrenta desafios econômicos e sociais complexos.




