O transplante de fígado com doador vivo tem se tornado uma alternativa cada vez mais comum no mundo todo. De acordo com especialistas, é possível doar até 70% do fígado, dependendo da idade do doador e da quantidade necessária para o receptor.
O procedimento é considerado seguro e realizado simultaneamente, com a retirada de parte do fígado de um doador, geralmente um parente até quarto grau, para implante no paciente que necessita do órgão. No Oriente, como Japão, China, Coreia, e em nações do Oriente Médio, há uma predominância de uma doação entre parentes.
No Brasil, cerca de 15% dos transplantes de fígado são realizados com doadores vivos. Segundo especialistas, o Brasil possui estrutura e resultados que permitiriam aumentar o número de transplantes intervivos no país.
A importância da doação de órgãos é ressaltada por médicos. "Para se tornar um doador, basta expressar esse desejo aos familiares e amigos. Assim o processo se tornar simples e não envolve burocracia", explica um especialista.




