Na madrugada deste domingo (2), não foram registrados ataques entre o Irã e os Estados Unidos, após o presidente Donald Trump anunciar o cancelamento de um ataque planejado contra a República Islâmica. A decisão foi condicionada à possibilidade de um acordo, que teria sido solicitado por outros países do Oriente Médio.
Nos dias que antecederam essa decisão, a situação na região havia se mostrado mais calma, apesar de um incidente no Kuwait, onde um edifício pertencente a uma empresa chinesa foi atingido pelo Irã na última quinta-feira (30), resultando na morte de um funcionário. As Forças Armadas do Kuwait afirmaram ter interceptado ataques de drones, atribuindo a responsabilidade à “agressão iraniana”.
O anúncio de Trump foi feito na noite de sábado (1) por meio de uma publicação na rede social Truth Social, onde ele afirmou que as Forças Armadas dos EUA estavam prontas para um ataque com um nível de força e poder militar sem precedentes desde a Segunda Guerra Mundial.
Apesar da prontidão militar, Trump relatou que o Irã e outras nações da região pediram a suspensão da ofensiva, alegando que os termos de um acordo estavam sendo definidos. Esse entendimento proposto incluiria a abertura total e imediata do Estreito de Ormuz e o fim da ameaça nuclear representada pelo Irã.
Além disso, o presidente americano mencionou que Israel também estaria envolvido neste compromisso, indicando uma possível aliança entre os países na busca por uma solução pacífica para a crise na região.




