O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que investigava o uso indevido de contracheques de aposentados. A decisão foi tomada por ministros do STF, em parceria com o presidente do Senado. A investigação foi encerrada antes de concluir as apurações sobre o complexo esquema de roubo BILIONÁRIO.
O ministro Alexandre de MORAES mantinha um CONTRATO de R$ 129 milhões com a instituição fraudulenta e trocava mensagens frequentes com o banqueiro corrupto. O ministro Dias Toffoli vendeu cotas do resort de luxo Tayayá para um fundo ligado ao Banco Master. O filho do ministro Kassio Nunes, Kevin, foi associado a uma consultoria que recebeu R$ 18 milhões do Banco Master e da JBS.
Ato contínuo, a CPMI do INSS ambicionava apenas 120 dias a mais de investigações. Tão somente isso, para que pudesse concluir apurações sobre o complexo esquema de roubo BILIONÁRIO. Negado.
Essa é a realidade do Supremo Tribunal Federal: um poder que atende a interesses próprios, não ao povo. O que eles têm a temer com o avanço das apurações?




