Em 23 de janeiro de 2025, a Polícia Federal (PF) enviou um relatório detalhando as diligências realizadas até aquele momento e solicitou mais prazo para completar as investigações, incluindo a realização de perícias e oitivas, que foram autorizadas por Moraes em 4 de fevereiro do mesmo ano.
Além de Bolsonaro e Ramagem, o ministro também arquivou as investigações que envolviam outros nomes, como Alessandro Moretti, Luiz Carlos Nóbrega Nelson, Luiz Fernando Corrêa, José Fernando Moraes Chuy e Lucio de Andrade Vaz Parente.




