O presidente americano Donald Trump informou que um coronel da Força Aérea dos EUA, que ficou isolado por mais de 30 horas no Irã, foi resgatado. O militar se ejetou de um caça abatido, permanecendo ferido e escondido em uma região montanhosa enquanto era procurado por tropas inimigas.
Durante as buscas, a Guarda Revolucionária iraniana e as forças especiais dos EUA atuaram em lados opostos. Dois helicópteros Black Hawk foram atingidos, resultando em feridos. Para desviar a atenção, a inteligência americana divulgou uma informação falsa sobre a localização do coronel, enquanto as operações de resgate continuavam.
A missão de resgate foi realizada pelos Pararescue Jumpers, uma tropa de elite da Força Aérea dos EUA. Com um treinamento intensivo em combate e resgates, os PJs contaram com apoio aéreo e tecnológico, incluindo helicópteros de resgate e aviões de reabastecimento.
Um ex-comandante da tropa descreveu a operação como assustadora e perigosa, destacando a dificuldade em localizar o coronel em um terreno hostil. O resgate foi considerado um feito audacioso, refletindo a complexidade das operações militares em situações adversas.




