Milhares de pessoas se reuniram nas ruas do Irã para um protesto anti-Israel, que contou com a presença de autoridades de alto escalão do governo. No Dia de Al Quds, os manifestantes expressaram apoio à Palestina e ao regime dos aiatolás, enquanto bombardeios dos Estados Unidos e de Israel prosseguiram, resultando em uma morte.
O chefe do Poder Judiciário do Irã, Gholam-Hossein Mohseni-Ejei, afirmou que a população iraniana “não teme” as investidas externas e que não recuará “de jeito nenhum”. Durante o evento, os cidadãos de Teerã destacaram a determinação em enfrentar as ameaças e reafirmaram seu apoio ao Islã.
A ausência do novo líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, foi notável. Relatos de inteligência indicam que ele estaria ferido, com uma fratura no pé e um rosto “deformado”. O secretário de Defesa americano, Pete Hegseth, comentou que Khamenei estaria “foragido” e questionou a autenticidade de um pronunciamento feito anteriormente pelo líder.
O Departamento de Estado dos EUA está oferecendo US$ 10 milhões por informações que levem à captura de líderes iranianos, incluindo Khamenei. Enquanto isso, o Irã continua a atacar embarcações no Estreito de Ormuz, o que elevou o preço do petróleo, que ultrapassou os US$ 103, maior valor desde junho de 2022.




