Um professor de 45 anos, que preferiu não se identificar, foi a um posto de combustíveis em Campo Grande com uma garrafa de gasolina retirada de seu carro. Ele questionou a qualidade do produto após o veículo apresentar falhas logo após o abastecimento de 38 litros no sábado, em um posto na Vila Bandeirantes.
No dia seguinte, o carro funcionou normalmente por pouco tempo, mas na segunda-feira passou a apresentar dificuldades para ligar. Um mecânico avaliou a gasolina e confirmou suspeitas de adulteração, levando o professor a chamar a Polícia Militar após não conseguir resolver a situação diretamente com o posto.
A equipe policial ouviu as partes envolvidas, mas informou que não possui competência para atestar a qualidade do combustível. O proprietário do posto negou qualquer irregularidade e afirmou que o material apresentado pelo cliente não corresponde ao que é vendido no local.
O caso será encaminhado a órgãos de defesa do consumidor para investigação. A Agência Nacional de Petróleo orienta os consumidores a guardarem notas fiscais e procurarem uma oficina de confiança para laudos técnicos, além de poderem denunciar irregularidades.




