O Tribunal de Justiça de São Paulo revogou a prisão preventiva dos policiais militares acusados pela morte de Gabriel Junior Oliveira Alves da Silva, de 22 anos, ocorrida durante uma abordagem policial no bairro Vila Sônia, em Piracicaba. O caso aconteceu no dia 3 de abril de 2025. A defesa dos policiais entrou com embargos de declaração e, sem que houvesse manifestação do Ministério Público sobre o recurso, a magistrada reconsiderou a decisão anterior e revogou a prisão preventiva dos acusados em dezembro de 2025.
Gabriel Junior Oliveira Alves da Silva foi morto com um tiro na cabeça durante uma abordagem policial. A Polícia Militar informou que Gabriel teria tentado fugir, retornado em seguida e arremessado pedras e um objeto metálico contra a equipe. A corporação também informou que Gabriel possuía antecedentes criminais por tráfico de drogas.
A mulher que acompanhava o jovem, e que estava grávida, também teria agredido os policiais, ferindo um deles. Após a abordagem, o jovem foi socorrido e encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A mulher foi detida, e um segundo suspeito envolvido na ocorrência conseguiu fugir.
O Ministério Público recorreu da decisão no dia 18 de dezembro do ano passado. O recurso ainda está em andamento e o órgão aguarda o resultado da ação judicial.




