Oscar Schmidt faleceu na última sexta-feira (17) em decorrência de uma parada cardiorrespiratória, após uma longa batalha contra o câncer. O ex-jogador de basquete havia sido diagnosticado com um novo tumor em 2025, levando-o a passar por uma terceira cirurgia. A informação foi divulgada por Felipe Schmidt, seu filho, em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo.
Felipe detalhou que o pai, que já enfrentava problemas de saúde desde 2011, havia passado por duas cirurgias anteriores e enfrentado anos de tratamento com quimioterapia e radioterapia. “No ano passado, a gente descobriu uma nova massa, muito pequena, um tumor grau 4. Já de imediato, a gente decidiu operar. Meu pai decidiu”, afirmou Felipe, ressaltando a urgência na decisão de intervenção médica.
As consequências do tratamento foram severas, e Felipe comentou que Oscar ficou com muitas sequelas após as operações. “Ele não voltou a ser mais muito o mesmo, porque a terceira operação foi do outro lado do cérebro, então o cérebro não conseguia muito compensar. Mas ele estava ali, ele estava muito presente”, relatou o filho, destacando a resiliência do pai diante das adversidades.
Apesar da gravidade da doença, Felipe mencionou que Oscar nunca se entregou. “Ele lutou demais, dava para ver que ele estava tentando. Só que essa é uma doença infeliz. Quando chega nesse nível, a gente não tem como determinar o tempo e, infelizmente, ele veio a falecer sexta-feira“, explicou Felipe, refletindo sobre a luta do pai contra o câncer.
A família optou por uma despedida reservada, visando proteger Maria Cristina, a esposa de Oscar, do desgaste emocional que uma exposição pública poderia causar. Felipe comentou sobre a rápida deterioração da saúde do pai, que levou a família a se reunir para discutir a situação. “A piora do meu pai foi muito, muito drástica. Para ela, ia ser muito mais difícil se expor assim e ter que passar por isso”, concluiu.




