A partir de 2025, os envolvidos começaram a buscar formas de dar uma aparência de legalidade às rifas, ampliando a rede de participantes e envolvendo empresas que intermediavam as operações. A Polícia Civil descobriu que os suspeitos criaram uma estrutura para mascarar a origem do dinheiro movimentado, levando a uma apuração mais profunda sobre o patrimônio adquirido.
A operação resultou na apreensão de bens de alto valor, incluindo um veículo avaliado entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões, além de relógios de luxo. Equipamentos eletrônicos também foram recolhidos e passarão por análise para identificar outros possíveis envolvidos no esquema. A investigação continua a fim de dimensionar o patrimônio acumulado e esclarecer a dinâmica de movimentação dos valores obtidos pelas rifas.
Os delegados esclareceram que as rifas investigadas eram apresentadas como sorteios de prêmios, mas não possuíam a autorização legal para operar como loteria com finalidade lucrativa. A legislação brasileira permite sorteios e promoções em condições específicas e com autorização dos órgãos competentes, o que não era o caso deste esquema. A apuração segue em andamento, buscando identificar todos os participantes e as formas de operação utilizadas.




