Oscar Schmidt, uma das maiores lendas do basquete brasileiro, faleceu na última sexta-feira (17), aos 68 anos, após sofrer uma parada cardíaca. Olívia, ex-atleta que jogou ao lado de Oscar no Flamengo, prestou homenagem ao amigo e ídolo, destacando a importância de sua trajetória e seu impacto no esporte.
Em entrevista, Olívia recordou o início de sua carreira, que coincidiu com a participação de Oscar no Pan-Americano de 1987, onde o Brasil conquistou o título. Para ela, Oscar sempre foi mais que um colega de time; ele era uma inspiração. "Quando eu o conheci, fiquei paralisado e mal consegui falar", relembrou Olívia sobre seu primeiro encontro com o ídolo.
A convivência com Oscar se estendeu além do Flamengo, quando ambos jogaram pela equipe Mackenzie Microcamp, em Barueri. Olívia destacou a dedicação de Oscar nos treinos, afirmando que ele era conhecido por sua disciplina e determinação. "Oscar não tinha 'Mão Santa', mas sim uma mão treinada", disse ele.
A competitividade de Oscar não se limitava apenas ao basquete. Olívia contou que ele não aceitava perder em brincadeiras simples como 'par ou ímpar', insistindo em jogar até conseguir vencer. Essa determinação, , era um reflexo do caráter de Oscar.
O Legado de Oscar transcende as quadras do Brasil, sendo reconhecido mundialmente. Olívia enfatizou que, mesmo sem ter jogado na NBA, Oscar conquistou um lugar no Hall da Fama e é considerado uma referência para as novas gerações do basquete. Para Olívia, Oscar deve ser sempre lembrado como o maior jogador de basquete brasileiro de todos os tempos.




