A pergunta sobre o que as pessoas precisam para ser felizes e realizadas profissionalmente é um convite sério à reflexão. Afinal, enquanto adiamos respostas, a vida vai passando em ritmo acelerado.
Assumir o protagonismo da própria vida é, portanto, menos uma questão de desejo e mais de ação. Não basta sonhar com as realizações, é preciso identificar objetivos com clareza e se dedicar a eles com intensidade.
A jornada não se resume a atingir a grande meta, também é preciso valorizar o que já conquistamos. Claro, nem sempre o roteiro segue exatamente como imaginamos, novas situações e oportunidades batem à porta e, muitas vezes, somos nós que relutamos em apertar o play.
No campo profissional, protagonismo não significa, necessariamente, ocupar o cargo de direção. O integrante de uma equipe de gravação talvez nunca seja o produtor executivo, mas precisa ser impecável naquilo que faz. Felicidade não está apenas em alcançar uma grande meta distante, ela se revela quando dividimos objetivos em etapas curtas, executáveis e possíveis de realizar agora.
Ser afinado consigo mesmo é essencial, e o altruísmo também é um aspecto importante, ao se abrir para novas experiências e para o outro, você amplia sua própria faixa de possibilidades. A decisão de colaborar, ajudar e compartilhar conecta você a pessoas e perspectivas que não teria acesso sozinho.




