Milton Motta Júnior, de 51 anos, conhecido como "Juninho Burguês", foi recapturado por militares do Batalhão de Choque em Campo Grande. Ele possui uma extensa ficha criminal, incluindo roubo a banco com a morte de um policial militar e seu envolvimento em uma organização criminosa liderada por Gerson Palermo. Milton estava com um mandado de prisão em aberto desde 16 de outubro de 2024.
Durante a abordagem, ele tentou se passar pelo irmão, mas foi identificado pela equipe. Em 2023, Milton e sua esposa, Áurea Batista da Rocha Tanikawa, foram investigados por liderarem uma quadrilha especializada em furtos de veículos. As investigações revelaram que o casal estava ativo em crimes desde 2007.
Milton Motta Júnior também foi investigado por sua participação em uma organização criminosa voltada para o tráfico internacional de drogas, que atuava de forma estruturada entre Mato Grosso do Sul e o Paraná. Ele foi condenado a 6 anos, 1 mês e 15 dias de prisão por associação para o tráfico e é acusado de integrar o PCC.
Em 2008, ele coordenou uma rebelião no Instituto Penal de Campo Grande, onde era cantineiro. Após o incidente, Milton foi transferido para o Presídio de Segurança Máxima, onde permaneceu por cinco anos. Sua ficha criminal inclui ainda um roubo a uma agência do Banco do Brasil nos anos 2000, que resultou na morte de um policial militar.




