Mato Grosso do Sul alcançou um marco histórico em maio ao emitir 38.501 Carteiras de Identidade Nacional, um número que representa o maior volume mensal desde a criação do Estado em 1979. Este feito foi possibilitado pelo esforço do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), e superou o recorde anterior, que havia sido estabelecido em janeiro deste ano, com mais de 36 mil documentos emitidos.
O atendimento domiciliar, que faz parte da rotina do Instituto de Identificação da Polícia Científica de Mato Grosso do Sul (PCi-MS), é uma opção importante para cidadãos que não têm condições de se deslocar até os postos de atendimento. Este serviço é especialmente direcionado a pessoas acamadas, internadas ou com dificuldades de mobilidade, garantindo que possam obter a documentação necessária para acessar benefícios e serviços públicos, como os oferecidos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Desde que a Carteira de Identidade Nacional foi implantada em janeiro de 2024, já foram expedidos 796.881 documentos. Se o ritmo de emissões se mantiver, a previsão é que o Instituto de Identificação alcance a marca de 1 milhão de carteiras até o final do ano. Para atender à demanda, a partir da última segunda-feira (1º), foram abertas novas vagas para emissão da CIN em julho, tanto na capital quanto no interior do Estado.
Em Campo Grande, o sistema disponibiliza cerca de mil vagas diárias para a emissão da CIN, enquanto no interior a capacidade de atendimentos varia entre 1,2 mil e 1,3 mil por dia, dependendo da demanda. Para aqueles que desejam solicitar o atendimento domiciliar, é necessário que um representante faça o pedido no posto de identificação mais próximo.
As facilidades de atendimento se estendem também aos sábados, com a emissão disponível no Shopping Pátio Central, das 8h às 14h, e no Shopping Norte Sul, das 10h às 17h, conforme a disponibilidade de vagas. A CIN, que vem substituindo gradualmente o antigo RG, utiliza o CPF como número único de identificação, e a primeira via é gratuita. Embora a troca do documento não seja obrigatória para todos, ela é recomendada em situações como perda, furto ou alteração de dados.
A solicitação do atendimento domiciliar, como no caso de Osmar Ribeiro da Cruz, Em Campo Grande, pode ser feita por familiares, garantindo que mais pessoas tenham acesso aos serviços de documentação. A irmã de Osmar, Irene Vieira dos Anjos, foi quem fez o pedido após receber orientação em um posto de identificação, destacando a importância da informação para acessar os serviços disponíveis.



