O ouro conquistado por Lucas Braathen sob a bandeira do Brasil reverberou na Noruega, onde o esquiador de 25 anos cresceu e representou até 2023. Meses depois de deixar a federação local, após conflitos, ele passou a competir pelo país de origem de sua mãe, marcando um feito inédito no esporte brasileiro durante os Jogos de Milão-Cortina.
Um jornal de Oslo destacou em reportagem a vitória do atleta e ressaltou seu lado profissional, apesar da imagem midiática e extravagante. A conquista foi vista como um momento de reconhecimento, no entanto, a dupla condição de campeão e ex-norueguês gerou debates sobre sua trajetória e o impacto da troca na equipe nacional.
Outro veículo do país acompanhou a cobertura da emissora pública norueguesa e trouxe a opinião de um ex-esquiador, que classificou a saída de Braathen como uma frustração para o esporte local. Ele havia disputado os Jogos de Pequim-2022 pela Noruega e, agora, seu legado é lembrado não apenas pelas vitórias, mas pela controvérsia envolvendo a federação.
A vitória brasileira sob a bandeira do Brasil reabriu o debate sobre a perda de um talento competitivo e midiático, como foi descrito em publicações nacionais.




