A Justiça de São Paulo condenou dois membros do PCC por envolvimento em um plano para matar o promotor do Ministério Público e o coordenador de presídios.
Victor Hugo da Silva e Gabriel Custódio dos Santos foram condenados a cinco anos e sete anos de reclusão em regime inicial fechado, respectivamente. Eles já haviam sido presos preventivamente por tráfico de drogas durante a operação Recon, em 24 de outubro de 2025.
As investigações mostraram a existência de uma célula do crime organizado estruturada e altamente disciplinada. O setor seria responsável por realizar levantamentos detalhados da rotina de autoridades públicas e de familiares das possíveis vítimas. O objetivo seria preparar atentados contra os alvos previamente selecionados.
A célula funcionava em um rígido esquema de divisão, em que cada integrante realizava uma função específica sem conhecer a totalidade do plano. A estratégia dificultava a detecção da trama.




