A juíza May Melke Amaral Penteado Siravegna decretou a prisão preventiva do dono do Jornal Impacto, Francisco Elivaldo de Sousa, e outras 3 pessoas durante a Operação Collusion. A magistrada justificou a decisão afirmando que os investigados apresentam "destemor à força do Estado".
A Operação Collusion investiga organização criminosa voltada à prática de crimes contra a administração pública, em especial fraudes às licitações e contratos públicos. Os presos são investigados por fraudar licitações em Terenos, cidade a 31 km de Campo Grande.
A juíza determinou a prisão preventiva das 4 pessoas para a "garantia da ordem pública e da instrução criminal". Além de Eli Sousa, a Operação Collusion levou para a cadeia um funcionário dele, o representante comercial Eudmar Rogers Nolasco de Faria, o programador de computador, Leandro de Souza Ramos, e o chef de cozinha Antônio Henrique Ocampos Ribeiro.
A defesa de Eli Sousa preferiu não conversar com a reportagem após a confirmação da prisão. O grupo Dakila divulgou nota negando qualquer envolvimento nas investigações, embora Urandir Fernandes e Eli Sousa figurem como sócios em pelo menos dois empreendimentos.




