A Polícia Civil de Goiás detalhou os crimes cometidos durante a dinâmica que resultou na morte da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, em Caldas Novas. O síndico do condomínio, Cléber Rosa de Oliveira, e seu filho, Michael, foram presos temporariamente sob suspeita de participação direta no assassinato e na tentativa de apagar evidências do crime.
O síndico teria planejado uma emboscada ao desligar propositalmente a energia do apartamento da vítima para atraí-la ao subsolo do edifício. No local, Cléber teria assassinado a corretora no momento em que ela filmava os relógios de energia.
A participação de Michael, filho do síndico, é classificada pela polícia como obstrução da investigação. Segundo os investigadores, Michael teria auxiliado o pai ao substituir aparelhos celulares para dificultar a coleta de provas e o andamento do inquérito.
A legislação brasileira prevê penas rígidas para as condutas descritas pela polícia no caso de Caldas Novas, incluindo homicídio, ocultação de cadáver e fraude processual




