A estreia da Amarelinha ocorreu em uma partida contra o Chile, no dia 28 de fevereiro de 1954, que terminou com a vitória do Brasil por 2 a 0. O primeiro jogo da Seleção em uma Copa do Mundo usando o novo uniforme foi em 16 de junho do mesmo ano. Desde então, a camisa amarela tornou-se o uniforme principal da Seleção Brasileira, que conquistou importantes títulos, como a Copa do Mundo de 1962.
O curador da exposição, Marcelo Duarte, destaca que a Amarelinha não apenas trouxe sorte, mas também se transformou em um símbolo de brasilidade e alegria, extrapolando os limites do campo. A camisa amarela passou a ser associada a momentos festivos e se tornou uma referência de moda no Brasil.
A exposição conta com 18 camisas de jogadores renomados, como Sócrates, Rivellino, Ronaldo e Vini Jr., além de peças emprestadas de colecionadores que ilustram a evolução do uniforme ao longo dos anos. Marília Bonas, diretora técnica do museu, ressalta que a camiseta evoluiu em design e tecnologia, passando de modelos pesados de algodão para versões mais leves e funcionais.
Mauro Silva, ex-jogador que fez parte da Seleção na Copa de 1994, reforça a importância da camisa amarela, afirmando que ela é um patrimônio não apenas do futebol brasileiro, mas do mundo. Ele expressa a expectativa de que a atual Seleção continue honrando esse legado e que a camisa permaneça como um símbolo respeitado e admirado.
Com a proximidade de mais uma Copa do Mundo, a exposição no Museu do Futebol se torna um espaço de reflexão sobre a rica história do uniforme que representa a Seleção Brasileira e sua relevância cultural e esportiva.




