Durante uma entrevista à Rádio Difusora Pantanal, realizada na terça-feira (4), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), deputado estadual Gerson Claro (PP), enfatizou que o estado está vivendo um momento crucial em seu desenvolvimento econômico. Ele destacou a relevância do Legislativo na criação de um ambiente de estabilidade política e segurança jurídica, fatores que têm atraído investimentos, gerado empregos e melhorado a infraestrutura em diversas regiões.
Gerson Claro fez um balanço das atividades da ALEMS no primeiro semestre, ressaltando a atuação da Casa de Leis na garantia de instrumentos que possibilitem ao Governo do Estado aumentar os investimentos em infraestrutura e fortalecer os municípios. O deputado citou a aprovação de financiamentos específicos para obras estruturantes, ressaltando que os recursos destinados pelo Parlamento têm alocação específica para investimentos.
O presidente da ALEMS comparou o crescimento do estado à reforma de uma casa habitada, afirmando que "o Estado cresce e esse crescimento gera necessidade de investimento". Ele explicou que, embora seja desafiador, o estado está em processo de reforma enquanto continua a funcionar, permitindo que a economia siga em expansão.
De acordo com Gerson Claro, o atual cenário é fruto de uma combinação de fatores que posicionaram Mato Grosso do Sul como um dos estados mais atrativos para novos negócios. Ele atribuiu essa atratividade ao ambiente político de estabilidade, à segurança jurídica e ao modelo de políticas implementadas nos últimos anos, que têm chamado a atenção do empresariado nacional e internacional.
O deputado ressaltou que essa atmosfera favorável possibilitou que Mato Grosso do Sul deixasse de ser apenas um produtor de matéria-prima, passando a agregar valor à sua produção. Ele mencionou a expansão da indústria de celulose, o crescimento das usinas de etanol de milho e os investimentos em bioenergia como exemplos da diversificação econômica do estado.
Ao refletir sobre seu mandato, Gerson Claro enfatizou a importância de prestar contas e reconhecer os desafios que ainda persistem. Ele alertou que a política deve se concentrar no bem coletivo, afirmando que "não podemos nos conformar quando ainda existe alguém esperando por um exame ou por uma vaga em um hospital".




