A operação do Gaeco cumpre 46 mandados de busca e apreensão, 5 mandados de afastamento de cargos públicos, 3 de suspensão de contratos vigentes e 22 de proibição de contratar com o Poder Público. A ação investiga esquema de corrupção em licitações em contratos firmados nos últimos três anos e que somam R$ 9 milhões.
A investigação revelou uma organização criminosa liderada por agentes políticos que, com auxílio de servidores públicos corrompidos, fraudava licitações em Corguinho e Rio Negro. O esquema incluía desde compras diretas irregulares até contratação de obras públicas sem formalização contratual.
Um dos servidores afastados é de Rio Negro. A operação contou com apoio operacional do Bope. O nome da operação decorre de jogo previamente manipulado, em que o desfecho é conhecido antes mesmo do início.
A operação investiga esquema de corrupção em licitações que movimentou R$ 9 milhões nos últimos três anos. A organização criminosa se valia de servidores públicos corrompidos para frustrar o caráter competitivo de licitações públicas, direcionando os respectivos certames.




