A ferrugem asiática da soja já afeta 47 lavouras em 17 municípios de Mato Grosso do Sul na safra 2025/2026. Sete Quedas e Naviraí lideram com oito focos cada, seguidos por Aral Moreira com quatro casos. A doença compromete a fotossíntese e reduz a formação de grãos.
A região sudoeste de Mato Grosso do Sul concentra a maioria dos casos. O controle requer monitoramento constante, aplicação de fungicidas e manejo integrado, incluindo vazio sanitário e rotação de culturas. A prevenção é essencial para evitar perdas significativas na produção de soja.
A ferrugem asiática compromete a fotossíntese da planta, provoca queda precoce das folhas e reduz a formação de grãos, podendo causar perdas severas quando não há manejo adequado. O avanço da doença é favorecido pelo calor e pela umidade, especialmente nas regiões sul e sudoeste do Estado.
Técnicos alertam que a prevenção é essencial para evitar perdas significativas na produção de soja. O acompanhamento é realizado pela Embrapa, que registrou 12 ocorrências da doença na safra passada em Mato Grosso do Sul.




