Um ex-policial militar de Campo Grande é investigado por receber cerca de R$ 120 mil para facilitar a entrada de drogas e celulares em um presídio de segurança máxima. A operação "Pombo Sem Asas", realizada pelo GAECO, resultou na apreensão de 25 mandados de prisão preventiva e na identificação de seis foragidos. Durante as investigações, foram revelados os métodos usados para o tráfico, incluindo arremessos manuais e uso de drones para lançar os itens proibidos no pátio do presídio.
As investigações, iniciadas em 2022, levaram à prisão de Aguinaldo Medina, que atuava na vigilância do presídio e recebia propina para abastecer o local. Além disso, em Campo Grande, uma servidora pública, Simone Aparecida de Moraes Pereira, foi presa após a descoberta de cocaína e balanças de precisão em sua residência. Ela é casada com um membro de facção criminosa, também preso.
Outro alvo da operação foi Kethelly Aparecida Oliveira Barros, cuja casa em Vila Nasser foi alvo de mandado de busca. Com ela, foram encontrados maconha, dinheiro e balanças de precisão. O marido de Kethelly foi preso devido às drogas encontradas. Ao todo, 20 aparelhos celulares foram apreendidos durante as ações da operação.




