O Departamento de Guerra dos EUA anunciou na última segunda-feira, dia 17, a assinatura de um contrato de US$ 22,9 bilhões com a empresa Raytheon. O objetivo do acordo é acelerar a produção do míssil Tomahawk, considerado uma arma crítica para ataques a alvos de longo alcance.
Michael P. Duffey, subsecretário de Guerra para Aquisição e Sustentação, informou que a pasta solicitou que a indústria ampliasse a produção de munições. Ele afirmou que o contrato para o míssil Tomahawk visa aumentar a capacidade de equipar as Forças Conjuntas, assegurando que os combatentes não enfrentem uma luta justa.
O secretário Interino da Marinha, Hung Cao, destacou que o investimento sem precedentes contribuirá para a entrega rápida de mísseis Tomahawk aos combatentes americanos. Ele enfatizou que a colaboração estreita com a indústria para expandir a capacidade da base industrial de munições permitirá ao Departamento atender às demandas das operações atuais, garantindo que os soldados estejam preparados para lutar e retornar para casa em segurança.
A Raytheon, responsável pela produção dos mísseis, revelou que o contrato com o governo dos EUA terá uma duração de sete anos e permitirá que a produção anual de Tomahawk seja ampliada para mais de 1.000 unidades por ano. Atualmente, a produção gira em torno de 60 mísseis anuais.
Esse anúncio ocorre em um momento crítico, coincidindo com a expiração do prazo para que Irã e EUA cheguem a um acordo para encerrar a guerra. O míssil Tomahawk, que terá sua produção aumentada, foi um dos armamentos mais utilizados durante os conflitos no Oriente Médio, proporcionando capacidades para ataques de precisão a partir de longas distâncias.




