O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, reiterou as ameaças de confronto com Cuba, enfatizando que o governo americano está pronto para agir caso o regime cubano busque adquirir armamentos de aliados que possam ser vistos como uma ameaça à Segurança Nacional dos EUA. As declarações foram feitas durante uma visita à Base Naval de Guantánamo, onde Hegseth afirmou que o seu departamento está "preparado e posicionado para qualquer possível contingência" em relação a Havana.
Durante seu discurso, Hegseth destacou que "o futuro de Cuba está nas mãos do Presidente dos Estados Unidos e da liderança cubana", refletindo a posição rígida de Washington frente às atividades do governo cubano. A pressão sobre Cuba foi intensificada por meio de sanções e um bloqueio petrolífero, especialmente após a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro, o que elevou as tensões na região.
Além disso, o secretário de Defesa alertou que seria um erro grave para o regime cubano tentar adquirir armas que pudessem atingir a Base Naval ou qualquer parte do território americano. Ele enfatizou que tal ato provocaria um confronto que o governo cubano não estaria preparado para enfrentar.
Hegseth também aproveitou a oportunidade para reafirmar o apoio do Presidente Trump às operações na Base Naval de Guantánamo, mencionando que o presidente sempre o instrui a transmitir seu apoio às tropas e ao trabalho realizado na instalação militar.
Essas declarações do secretário de Defesa refletem a postura agressiva do governo Trump em relação a Cuba, um país que continua a ser visto como um potencial desafio à segurança dos Estados Unidos na região. A situação entre os dois países permanece tensa, com a possibilidade de novas ações sendo consideradas por Washington, caso o regime cubano persista em suas tentativas de fortalecer seu arsenal militar.




