O etanol de milho consolida-se como um dos segmentos que mais crescem dentro da matriz de biocombustíveis no Brasil. O país deve encerrar o atual ano-safra com 10 bilhões de litros produzidos, volume que representa cerca de um terço de todo o mercado nacional de etanol.
O crescimento foi muito rápido, com taxas superiores a 30% ao ano nos últimos oito anos.
A rápida expansão da oferta do setor vem se empenhando em criar novos mercados consumidores. A projeção indica que na safra 2026/2027 a produção nacional de etanol pode superar os 4 bilhões de litros, dos quais 2 bilhões virão do milho e outros 2 bilhões da cana-de-açúcar.
O consumo projetado cresce cerca de 2%, enquanto a oferta pode crescer mais de 10%. Isso exige responsabilidade do setor, que busca expandir o consumo interno em regiões onde o etanol ainda é pouco utilizado, substituir a gasolina nos mercados já consolidados e desenvolver novas aplicações no mercado internacional.
As biorrefinarias de milho podem contribuir para a pulverização do consumo, com 8 novas plantas devem ser inauguradas em diferentes regiões do Brasil, incluindo o Centro-Oeste, Sul e Matopiba




