A cessão do Estádio Universitário Pedro Pedrossian, conhecido como Morenão, foi formalizada pela UFMS ao Governo do Estado, que terá 60 dias para apresentar um projeto detalhado das obras a serem realizadas. A autorização prevê a venda de naming rights, possibilitando que o estádio receba o nome de uma empresa.
O uso do complexo, que inclui o estádio e estacionamento, foi liberado para atividades esportivas, culturais e institucionais, sem transferência de propriedade. O Estado será responsável pela operação do espaço, que inclui segurança, manutenção, e pagamento de despesas, sem compensação financeira à universidade, apenas por reformas e melhorias.
Embora o uso tenha sido liberado imediatamente, o documento não estabelece um cronograma fixo para o início das obras. As intervenções serão divididas em mínimas para o funcionamento e outras que poderão ser realizadas ao longo do contrato, que também proíbe modificações sem aprovação da universidade.
O Estado poderá explorar comercialmente o Morenão, incluindo a instalação de bares, lojas e a venda de naming rights, com toda a receita gerada ficando com o Estado ou parceiros privados. Além disso, são previstos estudos de viabilidade para uma possível concessão do complexo à iniciativa privada até julho de 2028, com um eventual convênio podendo ter duração de até 35 anos.




