Durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) na Hungria, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro argumentou que, se eleito, seu irmão Flávio Bolsonaro deve endurecer as regras contra ONGs, especialmente as que recebem recursos do exterior. Ele afirmou que essas organizações, ao enviarem dinheiro para agências de checagem de fatos, representam uma ameaça à soberania do Brasil.
Eduardo ressaltou que uma nova legislação sobre ONGs é necessária para assegurar a governabilidade e o uso do poder caso Flávio vença a eleição. Ele também comentou sobre a importância das redes sociais durante a campanha e elogiou Donald Trump por proteger a liberdade de expressão nas plataformas americanas.
O ex-parlamentar mencionou que Flávio está concorrendo devido à prisão de seu pai, Jair Bolsonaro, e que, na sua visão, o ex-presidente teria grandes chances de vencer a eleição se estivesse livre. Eduardo criticou a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que ocorreu de maneira injusta e com censura.
Sobre Jair Bolsonaro, Eduardo comentou sobre a saúde do ex-presidente, que enfrentou um quadro de broncopneumonia bacteriana. Ele também criticou os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente Alexandre de Moraes, alegando que eles buscam vingança e que Jair Bolsonaro deveria ter direito a uma prisão domiciliar humanitária.




