O dólar comercial fechou a quinta-feira, dia 25, com uma desvalorização de 0,47%, terminando cotado a R$ 5,1773. Essa queda foi impulsionada pela reação do mercado ao alívio nas tensões no Oriente Médio, especialmente após a manutenção do cessar-fogo entre Israel e Irã. A diminuição da demanda por ativos considerados mais seguros acabou pressionando a moeda norte-americana para baixo no Brasil.
Enquanto isso, o índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, registrou um avanço de 0,87%, alcançando 171.990 pontos. No cenário internacional, o barril de petróleo Brent, que é a referência global, teve um aumento de 2,06%, terminando a sessão a US$ 75,26. Já o WTI (West Texas Intermediate), utilizado nos Estados Unidos, subiu 2,25%, cotado a US$ 71,92.
Apesar da alta nos preços do petróleo, o mercado continua a avaliar que o risco geopolítico é menor em comparação a períodos anteriores. Entretanto, a atenção se voltou novamente para o Oriente Médio ao longo da sessão, especialmente após um navio de carga ser atingido por um projétil de origem desconhecida próximo à costa de Omã. Esse incidente interrompeu parte do otimismo do mercado, fazendo com que os preços do petróleo subissem novamente.
No acumulado da semana, o dólar apresenta uma alta de 0,71%. Em termos mensais, a valorização chega a 3,16%. Contudo, ao olhar para 2026, a moeda norte-americana ainda acumula uma queda de 5,23%. O índice Ibovespa, por sua vez, mostra um crescimento de 1,29% na semana, queda de 1,89% no mês e um avanço considerável de 5,82% no ano.



