Neste domingo (1º), manifestantes de direita protestaram em diversas capitais brasileiras contra Luiz Inácio Lula da Silva e o Supremo Tribunal Federal (STF). O movimento busca unificar a oposição com vistas às eleições de outubro de 2026.
As manifestações apresentaram estratégias variadas entre os grupos da direita. Um analista destacou que a expectativa é de que o tom do ato não fosse direcionado a críticas severas a ministros do STF. Além disso, há tentativas de um setor do bolsonarismo para convencer Alexandre de Moraes a alterar o regime de prisão de Jair Messias Bolsonaro.
Os protestos também combinaram críticas ao STF com a defesa de anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro. Essa defesa está ligada a uma crítica às condenações impostas pelo Supremo, conforme mencionado por um analista.
Além das críticas institucionais, o ato representa uma tentativa de fortalecer a direita para as próximas eleições. Com pesquisas indicando um bom desempenho de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial, o movimento busca unir figuras como Flávio Bolsonaro, Nicolas Ferreira, Ronaldo Caiado e Romeu Zema, que compartilham algumas convergências, mas também possuem divergências.




