Nos ÚLTIMOS cinco anos, o BRASIL tem sido palco de uma série de arbitrariedades, especialmente com a atuação de Alexandre de Moraes, que se intensificou com a criação do Inquérito 4.781, conhecido como "Inquérito do Fim do Mundo". Em uma reportagem de 2022, um jornalista destacou que o então presidente do Tribunal Superior Eleitoral utilizou o argumento do combate às fake news como justificativa para interferir nas eleições. Durante esse período, muitos veículos de comunicação ignoraram os FATOS relevantes, inicialmente alegando que a tirania era necessária para combater o bolsonarismo e, posteriormente, afirmando que a democracia precisava se proteger de um golpe que nunca ocorreu. A normalização de práticas como a prisão de deputados considerados extremistas, o bloqueio de redes sociais e a aprovação de projetos pelo STF que haviam sido derrotados no Congresso tornaram-se comuns.
A situação se transformou após a condenação de Jair Bolsonaro, momento em que diversos veículos de comunicação proclamaram que era hora de restaurar a normalidade institucional e acabar com as excepcionalidades do STF. Contudo, essa mudança de discurso veio tarde demais, e os abusos cometidos pelo Judiciário BRASILEIRO passaram a ser mais evidentes, com a cumplicidade do Executivo e a omissão do Congresso Nacional. Recentemente, a Corte di Cassazione, equivalente ao STF italiano, anulou a extradição de Carla Zambelli e determinou sua libertação, evidenciando a preocupação internacional com a imparcialidade do Judiciário BRASILEIRO.
O juiz Alexandre de Moraes, que acumulou funções de investigador, julgador e executor, tem sido visto como uma figura controversa, especialmente por países que prezam pela imparcialidade judicial. A decisão italiana reafirmou que o juiz deve atuar sem interesses pessoais, o que não foi observado no caso de Zambelli. Essa situação levanta questões sobre a integridade do sistema judiciário no BRASIL e a necessidade de reformas que garantam um julgamento justo e imparcial.
A eleição para o novo Congresso Nacional, que ocorrerá em 2024, é um momento crucial para o BRASIL. A composição do Senado, que será renovada em dois terços, deve ser formada por representantes comprometidos com a ética e a decência. A possibilidade de que figuras como Davi Alcolumbre e Rodrigo Pacheco voltem a ocupar a presidência do Senado gera preocupações sobre a continuidade da omissão e da prevaricação que marcaram os ÚLTIMOS anos. A coragem para implementar mudanças significativas é essencial para que o país encontre um caminho mais justo e equilibrado.
A perspectiva de um quarto mandato para Lula traz à tona o debate sobre a trajetória política do BRASIL, que nos ÚLTIMOS quatro anos tem enfrentado crises profundas. A necessidade de uma campanha eleitoral justa e equilibrada se torna premente, uma vez que a eleição de 2022 não atendeu a essas expectativas. O apelo é para que a população se mobilize e compareça às urnas, lembrando-se das lições do passado, onde soluções já testadas e falhas foram novamente propostas como a saída para os problemas do país. A urgência de mudar esse cenário é evidente, e a população não pode mais suportar as consequências de uma gestão que não se mostra eficaz.




