Waldemar Borges, deputado estadual de Pernambuco, faleceu neste sábado (4), aos 67 anos, após enfrentar um câncer. Ele era casado com Luciana Santos, atual ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação. Em decorrência de sua morte, o governo de Pernambuco declarou luto oficial de três dias, em homenagem à sua trajetória política.
Com quase 40 anos de vida pública, Borges dedicou 32 anos a mandatos eletivos, sendo reconhecido por sua atuação no Legislativo estadual. Nascido em 10 de julho de 1958, ele construiu uma carreira política respeitada e admirada. A família do parlamentar divulgou uma nota destacando sua importância e legado: “Sua história e seu legado permanecem vivos em nossos corações e como um farol para as próximas gerações.”
O velório de Waldemar Borges ocorrerá neste domingo (5), na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), e o sepultamento será realizado posteriormente no Cemitério Morada da Paz, localizado em Paulista. O evento de despedida é esperado para reunir amigos, familiares e admiradores.
Diversas autoridades e líderes políticos expressaram suas condolências pela perda do ex-parlamentar. A governadora Raquel Lyra, do PSD, ressaltou o legado deixado por Borges e ofereceu solidariedade à família: “Que Deus console o coração da sua esposa, a ministra Luciana Santos, seus filhos, inúmeros amigos e todos os pernambucanos que lamentam sua partida.”
Victor Marques, atual prefeito do Recife, também lamentou a morte de Waldemar, considerando-a uma grande perda para as causas populares e para a política responsável. “Sua partida é uma grande perda para as causas populares e para a política feita com diálogo e responsabilidade”, afirmou.
João Campos, do PSB e pré-candidato ao governo, expressou tristeza ao receber a notícia e elogiou a trajetória do parlamentar. “Waldemar foi um homem público que honrou a política com seriedade, ética e espírito público”, declarou, destacando seu compromisso com Pernambuco.




