A cúpula da CPMI do INSS considera que a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que suspendeu a quebra de sigilos da empresária Roberta Luchsinger, pode abrir precedente para anular a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Carlos Viana, presidente da CPMI, afirmou que a decisão pode ser estendida a outros casos, embora ainda esteja focada em um único. A advocacia do Senado foi acionada para avaliar recursos sobre a decisão e suas repercussões.
Mais cedo, Flávio Dino suspendeu a decisão da CPMI que havia aprovado, em votação simbólica, a quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha. O ministro concordou em parte com o pedido da defesa de Roberta, argumentando que a CPMI deveria ter analisado os requerimentos de forma individualizada.
A votação da CPMI foi questionada pela base governista em recurso a Davi Alcolumbre, presidente do Senado, que, no entanto, manteve a validade do resultado da votação anterior.




