Iftikhar Masih, de 42 anos, foi torturado e morreu No Paquistão, de acordo com relatos de seus familiares. O católico, pai de quatro filhos e jardineiro da Universidade de Lahore, foi preso em 26 de março, acusado falsamente de tentativa de sequestro. A família alegou que não houve qualquer evidência ou denunciante a respeito da acusação.
Riyasat Masih, irmão de Iftikhar, afirmou que um policial, identificado como Mohsin Shah, exigiu 200 mil rúpias paquistanesas, cerca de US$ 720, para “resolver” a situação. Enquanto tentava reunir o dinheiro, Iftikhar faleceu sob custódia. A polícia alegou que ele se suicidou, mas a família contestou essa versão, afirmando que o corpo apresentava marcas de tortura.
A morte de Iftikhar Masih gerou protestos em sua cidade, com mais de 300 pessoas se reunindo em frente à delegacia, bloqueando o acesso ao local. A organização Portas Abertas classificou o Paquistão como o 8º país onde cristãos enfrentam severa perseguição.
Na Nigéria, homens armados, identificados como terroristas Fulani, atacaram a aldeia de Mbwelle, resultando na morte de 20 cristãos. Esse ataque ocorreu após outro episódio de violência, onde três cristãos foram mortos em Jos South. Em cinco meses, as regiões de Jos South, Barkin Ladi e Riyom registraram mais de oito enterros coletivos de cristãos assassinados.
De acordo com a Portas Abertas, a Nigéria é o país que mais registrou mortes de cristãos por sua fé, com 3.490 dos 4.849 assassinatos globalmente entre outubro de 2024 e setembro de 2025, equivalente a 72% do total. O país ocupa a sétima posição na lista dos 50 onde é mais difícil ser cristão.




