A Copa do Mundo de 2026 irá quebrar padrões da FIFA ao incluir 48 seleções e 104 partidas em quase 40 dias. O torneio será realizado em três países simultaneamente: Estados Unidos, México e Canadá, exigindo uma complexa logística na América do Norte. Para atender à demanda de jogos e ao deslocamento de milhões de torcedores, foram selecionadas 16 arenas, localizadas em 11 cidades dos EUA, três do México e duas do Canadá.
A divisão das sedes foi planejada para facilitar a movimentação das delegações e minimizar o impacto de fusos horários e variações climáticas. O México, que já recebeu os mundiais de 1970 e 1986, se torna a primeira nação a sediar o evento pela terceira vez, com jogos em Cidade do México, Guadalajara e Monterrey. O Canadá, por sua vez, fará sua estreia como anfitrião do torneio masculino, utilizando estádios em Toronto e Vancouver.
Os Estados Unidos, que já sediaram com sucesso a Copa de 1994, terão o maior número de partidas, incluindo todas as fases de mata-mata a partir das quartas de final. Os estádios selecionados já estão em operação, o que ajudou a reduzir os custos governamentais, exigindo apenas adequações nas estruturas existentes.
A FIFA impõe rigorosas normas para a capacidade dos estádios. Para as fases iniciais, a capacidade deve variar entre 40 mil a 60 mil assentos. Estádios menores, como o BMO Field em Toronto, já começam a implementar arquibancadas modulares para aumentar sua capacidade. Para a partida de abertura e semifinais, a exigência é de mais de 60 mil espectadores, enquanto a final requer um estádio com capacidade mínima de 80 mil, respeitando áreas VIP e infraestrutura adequada para a imprensa e evacuação.




