A cidade de São Paulo sedia a Conferência Masar Badil, um evento internacional ligado à esquerda radical e a organizações banidas por terrorismo e antissemitismo. O movimento se apresenta como um "caminho alternativo" para a defesa da Palestina e realizou eventos entre o sábado e esta segunda-feira, encerrando atividades na terça-feira.
O evento defendeu abertamente a "resistência" do Irã contra os EUA e, indiretamente, a destruição do Estado de Israel. Embora se autodenomine independente, o movimento trouxe como convidados representantes do Samidoun e da Frente Nacional pela Libertação da Palestina (FNLP), grupos banidos em diversos países por antissemitismo e vínculos com terrorismo.
O Masar Badil se descreve como um movimento popular "de defesa do povo palestino" que se descreve como "de massa", vinculado à chamada "diáspora palestina" decorrente da ocupação de territórios antigamente povoados pelos palestinos por Israel.
O evento rejeita os tratados de Oslo e a solução de dois Estados — modelo que prevê o reconhecimento mútuo de Israel e da Palestina como estados. O grupo defende a "libertação total" da Palestina "do rio ao mar", um slogan que é considerado antissemita porque prega a destruição do Estado de Israel.




