A cerimônia de encerramento dos Jogos de Inverno começou com a apresentação da orquestra The Fondazione, responsável pela administração da Arena de Verona. Este evento marcou a primeira vez que um monumento da Antiguidade, como a Arena, sediou uma cerimônia olímpica desde Atenas-1896. Sob a direção de Stefania Opipari, a cerimônia, intitulada Beleza em Ação, buscou criar uma experiência emocional e inovadora.
Antes da entrada da delegação italiana e da chegada do fogo olímpico, foram mostradas imagens de personagens icônicos dos Jogos, acompanhadas pela ópera La Traviata, de Giuseppe Verdi, e performances de artistas como Calibro 35, Margherita Vicario e Davide Shorty. O brasileiro Lucas Pinheiro Braathen foi um dos medalhistas destacados, tendo conquistado a primeira medalha para um país latino-americano na história dos Jogos de Inverno ao vencer no esqui slalom gigante.
A chama olímpica foi transportada em uma ampola de vidro veneziano da ilha de Murano, sendo levada pelos campeões olímpicos de esqui cross-country de Lillehammer-1994. Um dos momentos marcantes foi a Cerimônia da Vitória, onde medalhistas da prova de largada em massa 50 km do esqui cross-country receberam suas premiações das mãos da presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Kirsty Coventry.
Em um bloco intitulado Uma Bela Terra: Ciclo da Água, dançarinos representaram o ciclo da água, enquanto Joan Thiele cantou a famosa música italiana “Il Mondo”. A sustentabilidade foi um tema central, com 80% do palco construído em madeira e o uso de equipamentos de iluminação em LED. Durante o discurso de encerramento, Kirsty Coventry elogiou os atletas, destacando o verdadeiro espírito olímpico de competição e apoio mútuo, e anunciou que a próxima edição dos Jogos de Inverno ocorrerá nos Alpes Franceses em 2030.




