O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, informou sua equipe que não atenderia aos pedidos para renunciar. A declaração ocorre após um segundo assessor se demitir devido à decisão do premiê britânico de nomear Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos. O chefe de Comunicação de Downing Street, Tim Allan, anunciou que estava se demitindo para dar lugar a uma nova equipe para apoiar o líder britânico.
A líder do Partido Conservador, da oposição, Kemi Badenoch, acusou Starmer de ser incapaz de governar. O primeiro-ministro do Reino Unido esperava que Allan, nomeado em setembro para reforçar a operação em dificuldades de Downing Street, ajudasse a mudar a narrativa e retornar a uma agenda na qual até agora não conseguiu manter o foco: combater a crise do custo de vida e impulsionar a economia britânica.
Com as revelações sobre Epstein levantando questões sobre o julgamento e a capacidade de governar, o primeiro-ministro britânico se dirigiu à equipe em seu escritório em Downing Street para expressar novamente seu pesar pela nomeação de Mandelson. Starmer elogiou McSweeney como “um amigo” que ajudou a mudar o Partido Trabalhista e a vencer as eleições nacionais de 2024 com uma das maiores maiorias parlamentares da história moderna britânica.
Os custos dos empréstimos do governo britânico aumentaram, refletindo as preocupações dos investidores de que um líder trabalhista mais à esquerda, disposto a pedir mais empréstimos e gastar mais, pudesse assumir o poder. Um parlamentar trabalhista disse que a situação é “dolorosa” e comparou a crise a um “acidente de carro fatal em câmera lenta”




