As declarações de bens dos candidatos a cargos eletivos em Mato Grosso do Sul revelam um panorama de bens de alto valor, que vão desde maquinários agrícolas até veículos luxuosos. A ex-prefeita de Jardim e candidata a deputada federal, Clediane Matzenbacher, se destaca ao declarar R$ 7.835.371,50 em maquinários. Outros candidatos também apresentaram bens significativos, como um Porsche Cayenne Turbo E-Hybrid, avaliado em R$ 1.410.919, e um Porsche do ano 2024, com valor de R$ 850 mil. Além disso, foram registrados veículos como uma caminhonete 2023, avaliada em R$ 650 mil, um motorhome Iveco 2024, que custa R$ 618.546,01, e outra caminhonete 2024, com valor de R$ 569.990.
No que diz respeito a aeronaves, quatro candidatos declararam possuir participação ou propriedade de aviões. O modelo de maior valor é um G58-Hawker Beechcraft, que está avaliado em R$ 3 milhões. Também foi declarado um modelo Piper Aircraft, PA-34-220T, com valor de R$ 1,25 milhão, uma EMB-711C, avaliada em R$ 800 mil, e uma participação de 16,67% em uma Neiva EMB-810D, ano 1993, cujo valor é de R$ 439.999,16.
A corrida eleitoral também trouxe mudanças nas candidaturas. O vereador Francisco Gonçalves de Carvalho, conhecido como Veterinário Francisco, do União Brasil, anunciou sua desistência da candidatura a deputado estadual durante a sessão da Câmara Municipal de Campo Grande, realizada na terça-feira (12). Ao falar sobre sua decisão, Francisco expressou a dificuldade que enfrentou, mencionando que tomou a decisão após reflexões e conversas com a família. Emocionado, ele agradeceu aos eleitores pelo apoio, afirmando que não conseguiria dividir sua atenção neste momento.
Além disso, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou um projeto que pode levar à criação de um estatuto próprio para cães e gatos no Brasil. A medida é um reflexo do crescente reconhecimento dos direitos dos animais no país e deve ser discutida nas próximas etapas legislativas.
Por fim, o deputado estadual e candidato ao governo, João Henrique Catan, do Novo, enfrenta novos desafios em relação a um material publicado em suas redes sociais, que retornou para análise do Tribunal Eleitoral. A questão atual não envolve o uso de inteligência artificial, mas sim o impulsionamento das postagens. Catan já havia sido multado em R$ 5 mil, mas recorreu, alegando imunidade parlamentar. O TRE manteve a multa, com o desembargador Luiz Tadeu Barbosa Silva ressaltando que a liberdade de expressão é garantida, mas que o impulsionamento de propaganda eleitoral não é aceitável.




