O novo caso de morcego contaminado com o vírus da raiva foi registrado em Campo Grande. Embora o registro exija atenção das autoridades e da população, o órgão reforça que não há motivo para pânico. A presença de morcegos infectados em área urbana é considerada um fenômeno monitorado e previsto pelos serviços de saúde, sendo fundamental adotar medidas preventivas.
O primeiro caso de raiva animal confirmado neste ano no município foi divulgado em 9 de fevereiro pela Secretaria Municipal de Saúde. Na ocasião, um morcego foi encontrado caído por uma moradora do Bairro Vivendas do Bosque. Em 2025, foram registradas 11 confirmações da doença nesses animais.
Espécies urbanas – De acordo com a equipe técnica, Campo Grande possui uma população de morcegos formada principalmente por espécies que se alimentam de frutos e insetos. Esses animais, em condições naturais, não oferecem risco. No entanto, podem, de forma acidental, portar o vírus da raiva e transmiti-lo a outros mamíferos, como cães, gatos e até seres humanos.
Recomendações: Não tocar no animal, em nenhuma hipótese. Isolar o local, evitando contato de pessoas e outros animais. Se possível, cobrir o morcego com um balde ou caixa, sem uso das mãos. Acionar imediatamente o Centro de Controle de Zoonoses para o recolhimento seguro.




