Lula criticou a tentativa de usar o comércio como arma afirmando que a forma de combater a medida é alcançar entendimentos por meio do diálogo e da negociação. “A melhor resposta à tentativa de usar o comércio como arma é mostrar que é possível alcançar entendimentos mutuamente benéficos por meio do diálogo e da negociação”, declarou o presidente.
A declaração ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar uma nova tarifa global de 10% na sexta-feira (20) por meio da seção 122 do Ato do Comércio de 1974 depois da Suprema Corte barrar o uso da IEEPA (Lei de Poderes Econômicos e Emergência Internacional, na sigla em inglês). No sábado (21), ele decidiu aumentar para 15%.
O presidente brasileiro também defendeu um acordo entre o Mercosul e Coreia do Sul, destacando o acordo entre Mercosul e União Europeia. “O Mercosul está progredindo em tratativas comerciais com diversos países. Precisamos, agora, retomar as negociações de um Acordo MERCOSUL-República da Coreia”, afirmou Lula.
A relação entre o Brasil e a República da Coreia é a prova de que a confiança e a cooperação valem a pena, destacou Lula. “A relação entre o Brasil e a República da Coreia, dois países ligados por fortes laços humanos e vínculos empresariais, é a prova de que a confiança e a cooperação valem a pena”, declarou o presidente.




