O corpo da pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff permanece no Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), localizado em Campo Grande, após seu falecimento em um acidente aéreo na última sexta-feira, dia 03 de julho. A Polícia Civil já repassou as informações necessárias ao consulado da Alemanha, que está em contato com a família para organizar o traslado do corpo. O consulado, por questões de segurança, não divulga detalhes sobre cidadãos alemães.
No mesmo incidente, o piloto Henrique Martin, de 41 anos, foi velado e sepultado no final de semana. Durante a cerimônia, amigos e familiares ressaltaram a paixão de Martin pela aviação, que o acompanhou ao longo da vida. As investigações sobre as causas do acidente aéreo seguem em andamento, com a participação de Técnicos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e peritos da Polícia Civil.
Os especialistas vieram de São Paulo e realizaram a retirada de peças da aeronave no local da queda, em Campo Grande. Além das partes do avião, objetos pessoais das vítimas, como um tablet e livros pertencentes à pesquisadora, foram coletados para análise. Um drone foi utilizado para auxiliar as investigações, que envolvem a coleta de evidências no cenário do acidente.
Os motores e hélices da aeronave foram lacrados e enviados para uma oficina homologada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), onde passarão por uma análise detalhada. O avião estava em rota para o Pantanal quando caiu em uma pista particular nas proximidades do Aeroporto Santa Maria, em Campo Grande. A Polícia Civil investiga a possibilidade de que o mau tempo tenha comprometido a visibilidade do piloto, que pode ter tentado realizar um pouso forçado.




