Um atentado a bomba no departamento de Cauca, na Colômbia, causou a morte de pelo menos sete pessoas e deixou diversas outras feridas. O incidente ocorreu no último sábado, dia 25, em uma estrada, onde explosões atingiram vários veículos que passavam pelo local. Este episódio se segue a uma série de ataques registrados em diferentes regiões do país, apenas um dia antes.
O presidente Gustavo Petro reagiu ao ataque, classificando-o como um ato de terrorismo. Em uma postagem na plataforma X, ele afirmou que aqueles que perpetraram o ataque são "terroristas, fascistas e narcotraficantes". O presidente também atribuiu a responsabilidade pelo atentado a um grupo armado liderado por uma figura identificada pelo codinome Marlon.
Petro indicou que o grupo responsável se relaciona com frentes ligadas a Iván Mordisco, considerado o homem mais procurado da Colômbia e líder do Estado-Maior Central (EMC). Esta facção é uma das principais dissidências das antigas Farc, e o ataque ressalta a crescente onda de violência que o país tem enfrentado.
O atentado ocorre em um momento crítico, pois as eleições presidenciais colombianas estão agendadas para o dia 31 de maio. A segurança pública emergiu como uma das principais preocupações para os eleitores, especialmente após episódios de violência crescente nas últimas semanas. As autoridades estão em alerta máximo para garantir a segurança da população durante o período eleitoral.
O número de vítimas e feridos ainda pode aumentar à medida que as investigações progridem e mais informações venham à tona sobre o ataque e seus autores. O governo colombiano enfrenta o desafio de restabelecer a segurança e a confiança da população em meio a essa escalada de violência.




