A Ânima reportou um prejuízo líquido atribuível aos acionistas controladores de R$ 18,1 milhões no quarto trimestre de 2025, revertendo o lucro de R$ 15,9 milhões do mesmo período do ano anterior. O desempenho foi impactado pelo aumento das despesas financeiras.
Apesar do prejuízo, a receita líquida consolidada do grupo de educação cresceu 8,6% em relação ao ano anterior, alcançando R$ 972,3 milhões. A Ânima Core teve um crescimento de 4,5%, o Ensino Digital registrou uma expansão de 3,9% e a Inspirali apresentou aumento de 15,6% em comparação a 2024.
O Ebitda ajustado totalizou R$ 334 milhões, com alta de 13,7% na comparação anual, e a margem nessa métrica aumentou 1,6 ponto percentual, atingindo 34,4%. A geração de caixa operacional foi de R$ 329,1 milhões, elevando-se em 26,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.
No entanto, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 206,5 milhões nos últimos três meses de 2025, um crescimento de 40,1% em comparação ao mesmo trimestre de 2024. A companhia atribui essa situação ao aumento da taxa Selic e à elevação na despesa de juros com a PraValer. A alavancagem da Ânima, medida pela relação dívida líquida/Ebitda ajustado, ficou em 2,49 vezes ao final do ano passado.




