O governo paraguaio sancionou uma parceria militar estratégica com os Estados Unidos, permitindo a presença de militares americanos no país. Essa medida, conhecida como Acordo do Estatuto das Forças (Sofa), busca intensificar a vigilância na Tríplice Fronteira, que envolve Paraguai, Argentina e Brasil, áreas de atuação de grupos armados e terroristas como PCC e Hezbollah.
Além do Paraguai, a Argentina também já aprovou iniciativas de cooperação militar com os EUA, incluindo a instalação de uma base americana. O objetivo principal é o combate ao crime organizado, que tem se expandido na América Latina. O Brasil foi informado sobre a possível classificação de facções como Comando Vermelho e PCC como terroristas, o que levanta preocupações na administração de Luiz Inácio Lula da Silva.
O acordo entre EUA e Paraguai pode trazer mudanças significativas, como aumento na troca de inteligência e maior vigilância na região. Especialistas apontam que as forças locais poderão se integrar melhor, embora o gerenciamento de tensões políticas e a adaptação de redes criminosas representem desafios.
Entre as cláusulas do acordo está a permissão para a presença temporária de militares do Pentágono e civis americanos, com foco em treinamentos e troca de tecnologias. A desmobilização de organizações criminosas é uma das estratégias esperadas com essa colaboração, sustentada por alegações de conexões entre facções brasileiras e células terroristas na Tríplice Fronteira.




