Durante a trajetória do torneio, o conselho diretivo da entidade proibiu a participação de diversos países nas eliminatórias e nas fases de grupos como resposta a invasões territoriais, políticas estatais de segregação ou violações generalizadas de direitos humanos e segurança.
O histórico de sanções e expulsões nos mundiais é amplo e envolveu a Alemanha e o Japão após a Segunda Guerra Mundial, a África do Sul sob o regime de segregação racial do Apartheid, a Iugoslávia durante a guerra civil, e a Rússia em 2022 após o início das operações de invasão na Ucrânia.
A base jurídica utilizada para remover uma federação de campo está consolidada nos artigos centrais do regulamento da Fifa. Os regimentos não determinam punições automáticas a Estados que declaram guerra, mas focam na manutenção da segurança institucional e na promoção do futebol em prol da paz e objativos humanitários.
As regras são rígidas em relação à estrutura administrativa civil, e os Artigos 14 e 15 bloqueiam a subordinação e obrigam as federações esportivas a operar de forma completamente independente de prefeitos, governadores ou presidentes da república.




