O uso de stablecoins como meio de acesso ao dólar digital tem avançado no Brasil, tornando-se uma opção cada vez mais comum para investidores. O país destaca-se entre os principais mercados para os ativos, que são desenvolvidos para acompanhar o valor de moedas tradicionais, como a americana, priorizando estabilidade e facilidade de negociação.
Entre janeiro e julho de 2025, as stablecoins movimentaram mais de US$ 4 trilhões, correspondendo a 30% do volume global de transações on-chain. Nesse contexto, os ativos deixaram de ser ferramentas exclusivas para especialistas e agora são explorados por planejadores financeiros, especialmente em situações de inflação e restrições ao acesso de produtos internacionais.
Instituições financeiras já adotam as stablecoins em operações de pagamento, reservas de valor e negociações internacionais. Além disso, plataformas reguladas permitem aos usuários obter rendimento no dólar digital com liquidez imediata, sem a necessidade de bloquear recursos ou utilizar estruturas complexas.
O USDC, por exemplo, é uma das principais stablecoins lastreadas em dólar, com capitalização de mercado próxima a US$ 75 bilhões. A Coinbase oferece rendimento anual de até 7% sobre saldos em USDC, até US$ 30 mil, mantendo a disponibilidade de uso em qualquer momento.




