Novos arquivos mostram que Epstein manteve contatos com figuras de destaque global, como o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o ex-príncipe Andrew da família real britânica. Segundo as informações, Trump teria elogiado o trabalho da polícia da Flórida em 2007 e orientado o foco na investigação contra Ghislaine Maxwell, condenada por participação na rede de exploração sexual do bilionário. Os documentos contradizem versões anteriores do ex-presidente sobre seu desconhecimento prévio do caso.
A divulgação gerou críticas por proteger identidades de homens suspeitos dos crimes, enquanto algumas vítimas tiveram suas informações expostas. Uma deputada democrata exigiu desculpas da secretária de Justiça Pam Bondi, responsável pela investigação, que se limitou a defender o trabalho do Departamento de Justiça. A audiência no Comitê de Justiça da Câmara dos EUA destacou ainda poucas pessoas investigadas ou processadas em meio a uma ampla lista de nomes ligados ao escândalo.
No Reino Unido, o escândalo atingiu diretamente Andrew, que perdeu todos os títulos nobiliárquicos, incluindo o de duque de York, além de patentes militares. Arquivos mostram que o ex-príncipe mentiu em entrevistas, afirmando ter rompido relações com Epstein após sua condenação, mas novas imagens revelam proximidade. E-mails divulgados comprovam que ele pediu para permanecer na residência real durante um período crítico do caso.
A família real britânica sinalizou abertura para apoiar investigações sobre o ex-príncipe e Epstein, conforme citado recentemente.




